nasce o Sol
do lugar dextro do mapa
pasce o rol
do vagar estro da capa
quem sabe se do princípio
fora o universo
anverso
obverso
ou contracapa
e ventarola
como leque ímpio
de uma lapa de apa
que a fome come
e o homem farta
. fotografia de Fernando Pedrosa .

26 . Intemporalidades .:
acredito...
que muito te diz, este sol que do lado destro do mapa nasce...
todas as manhãs no longínquo horizonte do teu olhar...
beleza pura, iluminadas as tuas palavras!
a m e i !
a b r a ç o - Te
nandinho
Nos teus espaços, a luz não nasce: permanece!!
Um abraço apertado e com muita estima, meu querido.
PAULO
Meu Querido,
E quando ao homem farta
brilha o sol
Abraço mais
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 9 de Outubro de 2011
fora ou não fora
a delicadeza destes dois seres
a luz
a capa
a oriente o poema
o som musical do leque a abrir e a fechar a linguajar
teatralmente perfeito!
e da apa sei como falar, adoro apas, adoro!
com manteiga, chá com leite
só espero, estar a falar da mesma coisa, neste ataque súbito de gula que me deu...
pelo poema
pelas fotografias
bem hajam!
um beijo
Oi Paulo,
Uma bela homenagem.
Este jogo de palavras está perfeito.
Será que pensam o mesmo de nós... falta-nos o leque.
Beijo meu
Paulo,
O sol, infelizmente, ainda não nasce da mesma forma para todos. Mas há quem se insurja e cante, os males espante, quem rume adiante...
Abraço
Auf!
Dizem que fui ó`Prado.
Eu acho que fui ao Louvre...
E fica lindo o "nosso nadinho" assim de amarelo trajado!
Auf!
O sol quando nasce devia ser para todos mas...
beijinhos
Quem sabe? :) Eu é que me delicio aqui... (tive que ir ver umas palavras ao dicionário, rrsss)Beijo e boa semana
Querido amigo
Lindos leques.
Num cantinho iluminado o Sol sempre nasce.
Linda semana.
Com muito carinho BJS.
Creo que el Universo pudo perfectamente haber sido creado a partir de uno de tus poemas, bellos poemas.
Amigo Paulo,te dejo otro ensayo, para compartirlo contigo:
"PERDIDO……………."
"En ocasiones me siento perdido,
el horizonte difuso, casi desaparecido,
las voces del silencio estallan en mis oídos,
y el frío intenso que siento,
es el de un animal de muerte herido.
Busco aterrado el aliento cálido de un amigo,
como pomo de esa puerta que da paso al abrigo,
como promesa eterna de estar siempre conmigo,
allá donde fuera, cuando me sobren los enemigos.
En mi ególatra interior siempre veo
que no debo esperar lo que tanto quiero,
que no se debe desear más de aquello
que con tanta generosidad tantas veces se nos da.
Errante, espeso y confundido,
siento el peso del aire,
que amenaza con ahogar mi pecho,
de tantos golpes maltrecho
que ahora se encuentra hundido.
Siento que vuelan mis pies,
noto que apenas rozan el asfalto,
y es que quiero volar tan alto,
que ya no sé si vuelo ó ando,
que tan sólo sé lo mucho que lloré,
tanto,tanto, que las nubes se nutren de mi llanto.
Continuaré la ronda por las esquinas
sin luz,
por las calles del ayer cuando aún estabas tú,
por lugares repugnantes que me aparten
de tí,
de tu memoria que me duele tanto...y tanto.
Pero siempre volveré al lugar,
volveré al banco, al paseo, al bar,
en que te encontré alguna vez,
y en mi lecho otra vez intentaré
dormirme con tu recuerdo como manto."
ENRIQUE OCHOTORENA.
Un muy,muy fuerte abrazo, amigo Paulo.
Caro Paulo, o sol nasce aqui pela escrita. Abçs.
Que o sol continue a aquecer as tuas maravilhosas palavras...
Saudades!!!!
Abraço-te
Hoje...triste; lágrimas que retenho para não mostrar minha fragilidade. Hoje ...vou levar meu marido ao IPO, a Coimbra.
Estou e saída, Paulo...
Levo uma angústia imensa que me asfixia...
Hoje, não tenho um sorriso para te ofertar!...apenas um beijo doce.
Este lado "dextro" do mapa que tanto me fascina e que aqui foi sublimado.
Amei cada palavra e cada imagem, especialmente esse leque.
parabéns, amigo meu, para sempre.
Ná
Meu querido Poeta
Há nas entrelinhas do teu poema um grito escondido...um sol que nasce dos teus dedos quando tocas as palavras.
Mas infelizmente não é para todos.
Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora
Paulo, meu anjo...
ontem foi um dia difícil.
Mas na oncologia as análises estavam bem; na cirurgia é que ficámos em "stand-by" - o cirurgião está com ideias de uma sgunda cirurgia....
Aguardemos. Temos de lá ir dia 10 de Novembro. Aí vai ser a decisão final.
Vi que a Ná quer "dar um tempo"! Fiquei triste, também.
Fica, de novo o meu contacto...para o que for preciso...
isabelmartins61@gmail.com
Beijo
Grande Paulo,
Sempre o Oriente subjacente à tua poesia.
Esta é estrondosa!
As fotografias continuam como sempre, maravilhosamente belas.
Grande abraço,
Carlos
Esperando mais coisas muito lindas, te deixo o meu abraço, querido Paulo.
Eu gosto é de puxar os fiozinhos
depois é só largar, dar umas patadas, uns saltos
o oriente é sempre em frente
Paulo
Ai o sol do lado dextro do mapa...não, não nasce do mesmo modo como noutros pontos do universo! Cheira a sândalo, a grãos de pimenta e abre-se como um leque para rebentar numa outra vida...Nós, sabemos!
Beijo amigo.
Graça
lindíssimo.
Obrigado Paulo pelo sol que escancaras em mim.Que dizer?Aqui tudo é novo.Um abraço.
Um abraço
Perfeita, a cadência das palavras, esse ritmo do poema é contagiante...Beijos meu lindo.
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