: : : : : : ser outra vez alicerce deste evangelho que finda ser outra vez mera prece por cumprir pena ainda ser outra vez do pecado a remissão que não veto ser outra vez deste tecto sílaba solta dialecto ser outra vez deste chão peito em arco aberto ser outra vez da vogal consoante lírica anarquia ser outra vez afinal quem nunca soube ser um dia : : : : : : :
Gosto da imagem das teias(q lembra labirinto).e quando a luz atravessa a teia e a deixa em furta cor é muito bonita de se olhar. Fio ,renda e seda...E a caça silenciosa do inocente.Essa teia me lembra sedução.Ta bonita sua teia.rs...
"Muros de aparente fragilidad, vigas de resistencia asombrosa, para algunos trampa mortal, para la araña sólo una cosa, el lugar en que cazar, al menos fuera una mosca"
Gracias de nuevo, Manuela, Fernando y Paulo, maestro de la combinación armoniosa.
Lindas são as teias, onde a presa se embaraça, quantas vezes com as ancas lassas, e a hemiplegia a pôr-nos os joanetes na posição dos enforcados. Estrebucha a inválida colada à teia, e então o militar avança, cansado de uma semana longe da sua boca da servidão, e pensa, esta não se mexe, é só tapar-lhe a boca, e usar o sifão de baixo. E é aí que a teia se rasga, e o sonho se apaga, caídos ambos, com o nó dado, no estendal da vizinha de baixo, o militar a caminho das urgências, a inválida a ser insultada, por ter rasgado os lençóis da pensionária, 23% de Iva por cima, qualquer buraco é um suplício, qualquer paralítica uma aranha
Paulo me desculpe a ausência. Sou muito lerda. Veja só que as ultimas vezes que aqui vim pensei que tinha encerrado o blogue, e agora mesmo ia sair de novo sem reparar no sitio dos comentários. Bela teia, fina renda que pende e reflete a beleza das palavras. Um abraço e um bom Domingo
20 . Intemporalidades .:
PAULO, F. PEDROSA E MANUELA
Meus Queridos,
Como a teia
magia que anseia
as palavras caçam
Abraços
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 10 de Novembro de 2011
e que renda!
um bordado de rainha
uma touca de menino que nasceu abençoadamente aluado
uma toalha de festa
a cobertura de um copo de oiro
o véu de uma menina santa de um outro século
napperon de um passado ainda mais distante, em que díziamos napperon
fascinante!
um beijo
A etérea beleza das teias de aranha foi bem apanhada e casa belamente com a leveza das palavras.
Bom final de semana, meu amigo.
Grande Paulo,
O bom uso da palavra tem este efeito. Para quem a sabe dizer quando a escreve, para quem a sabe ler.
Parabéns, Manuela.
Parabéns, Fernando.
Grande abraço,
Carlos
Gosto da imagem das teias(q lembra labirinto).e quando a luz atravessa a teia e a deixa em furta cor é muito bonita de se olhar.
Fio ,renda e seda...E a caça silenciosa do inocente.Essa teia me lembra sedução.Ta bonita sua teia.rs...
Beijinho
Maria
"Muros de aparente fragilidad,
vigas de resistencia asombrosa,
para algunos trampa mortal,
para la araña sólo una cosa,
el lugar en que cazar,
al menos fuera una mosca"
Gracias de nuevo, Manuela, Fernando y Paulo, maestro de la combinación armoniosa.
Un abrazo a los tres.
Enrique.
assim como na vida os fios invisíveis nos encadeia em busca de um ponto, seguimos tecendo como homem. aranha.
Auf!
Estas teias lembram-me a saudade, com que se deparam certas personagens, à beira mar plantadas!
Auf!
Auf!
Béu, béu!
Fézada, diz lá...
Béu, béu!
Bela tecelagem de palavras e imagens.bjs
Digo lá, que estes canitos estão a precisar
da gigantesca aranha Laracna, que fez de Frodo um verdadeiro croquete de fios.
Então não são tão bonitas umas almofadinhas de renda de vários tamanhos espalhadas pelos sofás?!
geométricamente perfeita, a teia da escrita...
enredado nela, vou... e fico!
Manuela e Paulo, fios de seda, de luz, onde me enleio, onde me seguro...
abraço-vos
nandinho
Quantas vezes também eu encontro essa asa...
Abraço
Lindas são as teias, onde a presa se embaraça, quantas vezes com as ancas lassas, e a hemiplegia a pôr-nos os joanetes na posição dos enforcados.
Estrebucha a inválida colada à teia, e então o militar avança, cansado de uma semana longe da sua boca da servidão, e pensa, esta não se mexe, é só tapar-lhe a boca, e usar o sifão de baixo.
E é aí que a teia se rasga, e o sonho se apaga, caídos ambos, com o nó dado, no estendal da vizinha de baixo, o militar a caminho das urgências, a inválida a ser insultada, por ter rasgado os lençóis da pensionária, 23% de Iva por cima, qualquer buraco é um suplício, qualquer paralítica uma aranha
Oi Paulo, Oi Manuela,
E o tipo de escrita que é para ser sentida. Senti.
Lindas fotos!!
Beijos meu, aos dois.
Paulo, tens à tua volta artistas em pleno...
Eu ---apenas tenho o privilégio de vir aqui colher do vosso talento...
Para vós...o meu muito obrigada e o desejo de que a fragilidade da teia se transforme em força de amarras...que prendem...sem aprisionar!
Um beijo
A teia que enlaça,que sufoca...
A teia que nos envolve...que
nos devolve...
Beijinho.
Bom fim de semana.
Irene
Paulo me desculpe a ausência. Sou muito lerda. Veja só que as ultimas vezes que aqui vim pensei que tinha encerrado o blogue, e agora mesmo ia sair de novo sem reparar no sitio dos comentários.
Bela teia, fina renda que pende e reflete a beleza das palavras.
Um abraço e um bom Domingo
Querido amigo
A natureza é maravilhosa, seu construtor é DEUS por isso tamanha perfeição.
Obrigado, uma linda semana.
Com muito carinho e bençãos BJS.
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