. . . seja talvez pelo tacto que granjeio o sentido do voo . e . rumo ao sul . sem norte . à toa e à tona . e o navio é uma grande ave cinzenta . ubíqua . sustentadora . e detentora do trilho sobre o brilho das águas . insuspeitas .
. com quantos matizes se desenreda uma despedida ? .
. fotografia de Fernando Pedrosa .

32 . Intemporalidades .:
Oi Paula, a despedida nos desnuda todos os matizes, a ela, a despedida, um tom: plúmbeo. Abçs.
A despedida depende, não é? Algumas podem ser bem coloridas, uma alívio, uma paz interior, a liberdade.
Outras podem ser assim em matizes de branco,preto, cinza, nublada, pesada, dolorida, saudosa, sofrida e quem sabe até cheia de esperança de um retorno, de um abraço.
E quanto as fotos sempre belíssimas, e F. Pedrosa sabe construir pontes, e sabe atravessá-las, ou nos oportunizar chegar do outro lado e dar um abraço gostoso nele. E aí, a despedida é com vontade de ficar, de voltar. E deixa uma saudade enorme.
beijinhos.
A despedida tem sempre laivos de tristeza. A tristeza tem sempre várias cambiantes. Cada um pinta a sua própria tristeza.
Abraço
hoje, especialmente hoje, talvez eu escrevesse um poema assim, exactamente com esta [quase] ausência de cores, distanciado do tempo que me atravessa, mas, não tenho talento para tanto, e depois, a palavra "despedida", tem um peso que não aguento, seja ela negra ou colorida
abraço-te, Paulo
Grande Paulo,
É grande este momento, que aqui soube associar o percurso de uma viagem marítima ao "derradeiro" voo da grande ave cinzenta.
Simplesmente perfeito!
Grande abraço,
Carlos
vermelha de sangue se for apaixonada
azul marinho se for para ter saudades de voltar
amarela de sol, vou ali e já venho
verde alface, uff! já tardava
castanha, amedrontada
cinzenta não sei porque vou, não quero ir, talvez não vá ou vá ou até fique
preta se for profunda, dorida, irremediável, golpeada, zangada, desenhada a tinta permanente
o navio sou eu em todas as despedidas
o tacto, é a carícia que se faz no rosto daquele que se vai embora e nós desejaríamos que ficasse
.
profundo este seu trilho, Paulo
ainda que à toa e à tona
um beijo
manuela
as despedidas meu querido, sao terriveis!mas acho que nao ha nada que hacer, somente se lembrar...com amor..,
as fotos sao esplendidas!
beijossssssssssss
as despedidas meu querido sao sempre terriveis, mas è so pensar quanto amamos e seguimos amando...sempre, assim esta contigo!
beijos
Gosto muito dessa ponte, um abraço
Auf!
Tenho uma amiga, que mora mesmo em frente a essa ponte!
C`est chic!
Auf!
Auf!
Béu, béu!
Fézada, podias apresentar-me a tua amiga...
Béu, béu!
És mesmo terereco, Té...
As amigas do Fézada davam para encher essa ponte
e nos dois sentidos!
Obrigado pela visita:
Vou tentar regresar, pouco a pouco.
Seu espaço é sempre formidavel!
Votos de uma exlente semana.
Forte Abraço
Antònio Manuel
Que comentário está à altura deste post, o meu não decerto, pois fico muda com tanta beleza.
beijinhos
Tão belo, tão Paulo... de branco no branco ?
Lindo, meu lindo Paulo.
Beijinho
Ná
PAULO
Meu Caro,
São tantos os matizes de uma despedida
que deles desenredada fica despida
Grande Abraço
Jaime Latino Ferreira
Estoril, 13 de Novembro de 2011
Meu querido Poeta
Há tantas maneiras e tons para se fazer a despedida...tantas cores com que pintamos o adeus.
Como sempre qualquer comentário meu, +perante a profundidade destas palavras...é nada.
Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora
Uma ponte dita com a força da união. Um abraço, Yayá.
Beleza, nostalgia, tristeza (acentuada pela fotografia a preto e branco) se desprendem das tuas palavras feitas de poesia, onde o nosso comentário quase não tem 'espaço'!
A 'despedida' é um sentimento do qual abdico! Seria difícil dizer porque razão... isso implicaria um desnudar da alma, que não pretendo.
Como foi bom saber que voltaste a escrever...
Um beijo
"Difíciles son las despedidas,
difíciles las palabras emitidas,
difíciles las emociones contenidas,
difíciles los mil recuerdos que llegan como avenidas,
tantas veces vividas,
de cariño, de quereres,
de momentos mil,
que no quisiéramos
que las despedidas
pudieran ocurrir."
Querido amigo Paulo, "Lo bueno si breve,dos veces bueno" y ésto que escribes es muy,muy bueno.
Felicidades Paulo y un gran abrazo.
Enrique.
P.D. De nuevo Fernando nos regala su especial visión a través del objetivo de su cámara.
depende das despedidas para sabermos os seus matizes...
e será sempre uma incógnita para alguns.
para a ave talvez não.
um beij
Uma despedida... um voo...
uma ave há-de encontrar o caminho de regresso.
Bjos
Paulo
Muitas vezes me sinto totalmente à toa e à tona, dependendo da viagem e do lugar onde estou...me sinto mesmo fora do ar...o que acho ótimo!
Um beijo meu amigo!
Bia
www.biaviagemambiental.blogspot.com
Adorei as várias perspectivas. Tornaram uma coisa simples em algo belo.
Querido amigo
Por muito tempo, eu pensei que a minha vida fosse se tornar uma vida de verdade.
Mas sempre havia um obstáculo no caminho, algo a ser ultrapassado antes de começar a viver, aí sim, a vida de verdade começaria.
Por fim, cheguei à conclusão de que obstáculos eram a minha vida de verdade.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que você tem. A despedida fica para depois.
Com muito carinho BJS.
Amigo, tenho falhado para cintigo...não tenho vindo tanto quanto queria. Aqui as "coisas" não estão fáceis...
Gostei, como sempre, das tuas palavras...e ...vejo (ouço) que mudaste de música de fndo. Gosto, gosto mesmo!
Dá uma caalma... e eu precisva tanto de alguma Paz....
Hoje, também hoje quero chorar...e não posso. Tnho de mostrar uma força que não possuo!!!
Te BEIJO
Não há na natureza matizes que cheguem para desenredar uma despedida.
Um abraço
Bom dia Paulo,
E para se pensar...na cor do vazio ou alivio.
Beijos querido!!
Volto para te ofertar um beijo...
BShell
Belas fotografias...belo texto...Espectacular....
Um abraço
O navio é uma plataforma de despedidas e de chegadas sentidas...
.
.
. a.todos,,, .
.
. visitantes . comentadores e amigos do #intemporal# .
.
. bem.hajam .
.
.
Postar um comentário